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domingo, 7 de julho de 2013

Do porque afirmamos que o Neocatecumenato desobedece a Igreja

Todos recordamos Bento XVI em sua ultima reunião com os neocatecumenais exortando-os (pela enésima vez) a seguir fielmente os livros litúrgicos da Igreja, também sem esquecer que o Papa fez chegar uma carta através do Cardeal Arinze (sim, o mesmo cardeal que logodisseram que lhes havia feito guerra) onde insiste aos Neocatecumenais que “Na
O importante é ter a foto
celebração da Santa Missa, o Caminho Neocatecumenal aceitará e seguirá os livros litúrgicos aprovados pela Igrejasem omitir nem acrescentar nada
.” Esta carta com correções eles afirmam que já ficou sem efeito logo após a aprovação dos estatutos, sem precaver-se que são os mesmos estatutos aprovados os que refletem a estas correções.


Tendo este ponto bem claro, recordamos agora as palavras do Santo Padre Bento XVI nesta magistral catequese sobre liturgia quando nos explicava que: “A Liturgia não pode ser idealizada ou modificada por uma comunidade particular oupelos experts.” Assim que com todo este marco, esta vez
A carta de Arinze é parte dos "estatutos aprovados"
esperamos que os irmãos neocatecumenais entendam o porquê lhes estamos recordando que o Caminho Neocatecumenal não obedece, não quer obedecer e se nega a seguir fielmente os livros litúrgicos da Igreja, esperando sua correção pelo bem das almas que Deus lhe há encomendado.

É por acaso que se a Congregação para a Doutrina da Fé nos insinua que estaríamos fazendo algo grave contra a liturgia não nos cairia a cara de vergonha nesse mesmo momento e desistiríamos de nossas ações nesse instante? Sem esperar que nos abram processo nenhum? Ou nos entraria a soberba de replicar e fazer como que não ouvimos, pois isso precisamente é o que Kiko e Cia. tem feito não recentemente mas sim desde muitos anos. Suas palavras sobre a Féria IV e a renuncia de Bento XVI não soam a algo como “Veja que coisa! Pretendiam nos mesclar com os demais! Mas enfim conseguimos impedir!”.

O Caminho Neocatecumenal desobedece à Igreja porque NÃO SEGUE FIELMENTE OS LIVROS LITURGICOS como mandou o Papa.

“A celebração em pequenas comunidades, regulada pelos livros litúrgicos, que devem seguir fielmente.” (Bento XVI)

Em primeiro lugar, destaco aqueles pontos nos quais a Missa neocatecumenal não respeita os livros litúrgicos devidamente aprovados. Deixo fora as práticas para as quais receberam
Comunhão na mão e sem possibilidades de recebe-la
ajoelhado
permissão da Santa Sé (comunhão em duas espécies permanecendo no lugar, rito da paz antes do ofertório, “ecos” de palavra antes da homilia; cf. Estatutos do Caminho, nota 49).

Consagração de pé: Diz o número 43 da Instrução Geral do Missal Romano que durante a Consagração, os fiéis “estarão de joelhos, a não ser por motivo de saúde, pela pequenez do lugar, pelo grande número de assistentes ou outras causas razoáveis lhes impeçam.” Sem dúvida, nas missas Neocatecumenais se permanece de pé, simplesmente porque Kiko Arguello o diz (em sua condição de pseudo-liturgista). Não recebeu-se nenhuma permissão para esta prática. E mais, Kiko é famoso por não colocar genuflexórios nas Igrejas que constrói. Pensar que o então Card. Ratzinger disse em seu livro “O Espírito da Liturgia” que “uma Fé e uma Liturgia que já não se identifica com esta postura “ajoelhar-se”, estaria enferma por dentro.” (p. 161, edições São Paulo).

O Caminho Neocatecumenal muda algumas ou todas as palavras da Consagração (Pregão eucarístico II).

Comunhão na mão: é verdade que a Santa Sé aprovou a forma de distribuir a comunhão que usa atualmente o Caminho Neocatecumenal, no entanto, diz a instrução Redemptionis Sacramentum que “todo fiel tem sempre direito a escolher se deseja receber a sagrada Comunhão na boca” (RS, 92). Pelo que deveria instruir-se a todas as comunidades neocatecumenais para que permitam receber a Comunhão na boca e de joelhos a quem quiser faze-lo. Já o disse a Madre Teresa: “O pior mal de nosso tempo é a Comunhão na mão”.
Só se fala e só se conhece a comunhão na mão, e se promove,
e não há possibilidade de receber a Santa Comunhão de outra maneira
Pregão eucarístico: Apesar de que em 2005 o cardeal Arinze havia solicitado a Arguello que nas missas neocatecumenais se começasse a usar os demais pregões eucarísticos, estas seguem brilhando por sua ausência: segue-se usando somente o pregão eucarístico II (o mais breve).

Pregão eucarístico (novamente): Diz a instrução Redemptionis Sacramentum: “Durante a pronunciação do sacerdote do pregão eucarístico, não se realizam outras orações ou cantos, e estarão em silêncio o órgão e os outros instrumentos musicais” (RS, 53). Como se sabe, nas missas neocatecumenais, o Celebrante canta o pregão eucarístico acompanhado de violão.

Oração universal: Tema menor. Apesar de que não se aprovou nos estatutos do Caminho neocatecumenal que a assembléia agregue intenções logo após as “oficiais”, mesmo assim esta pratica continua.

Comunhão do Celebrante: Diz o número 97 de Redemptionis Sacramentum: “o sacerdote deve comungar no altar, quando o determina o Missal, mas antes que proceda à distribuição da Comunhão, os fazem os celebrantes. NUNCA espere para comungar, o sacerdote celebrante ou concelebrantes, até que termine a comunhão do povo.” Segundo o Missal, o sacerdote deve comungar o Corpo e Sangue imediatamente depois de rezar “Senhor, não sou digno...”, antes que comunguem os concelebrantes e o povo. A congregação para o Culto Divino também descartou noano 2009 a possibilidade de o celebrante receba a Comunhão ao mesmo que a assembléia.

Uso de altares: No caminho neocatecumenal é prática comum utilizar mesas comuns para “armar” o altar para a Missa. Isto é ainda mais comum nas convivências, e ainda quando tem-se uma capela ou Igreja com um altar disponível mas que não é usado e deixado de lado, para usar-se em seu lugar em um salão, uma mesa comum, que permita acomodar a
Para que usar os altares dos que tem "religião natural"?
assembléia de acordo com a estética kikoniana, formando o altar com mesas que há por aí. Isto está contra os cânones 1237 e 1239 do Código de Direito Canônico, que dizem um altar móvel (aquele que não forma uma só peça com o solo) se deve “dedicar ou benzer”, e que “se há de reservar somente ao Culto Divino, excluído qualquer uso profano.” Geralmente não se sabe no que foram usadas estas mesas, e geralmente logo se as usam para outras coisas.

Leite e mel: Estava esquecendo a famosa distribuição de leite e mel antes de acabar a Missa (no tempo pascal) com a benção final se aproxima o “ministro” aos que já terminaram o “itinerário do Neocatecumenato” e lhes dão leite e mel em vasilhames de plástico dizendo “Provai e vede que bom é o Senhor”, e o leigo deve responder “feliz é quem recorre a Ele” antes de tomar. Diz a Redemptoris Sacramentum no número 96: “Se reprova o costume, que é contrario às prescrições dos livros litúrgicos, de que sejam distribuídas à maneira de Comunhão, durante a Missa ou anets dela, seja hóstias não consagradas sejam outros alimentos comestíveis ou não.”

Questões adicionais:

Falta de genuflexórios: logo após receber a Santa Comunhão, os fiéis deveriam poder ficar ajoelhados, porém isso não é possível em uma missa neocatecumenal, devido a falta de genuflexórios.

Matéria do sacramento: O uso de pão sem levadura em lugar de hóstias como matéria do Sacramento faz com que seja muito mais provável que se desagreguem partículas no momento da fração do Corpo (ainda feito de maneira muitas vezes descuidada e com pressa por “ministros” não consagrados, prática nunca vista em toda a Igreja). Ademais, ao receber a Santa Comunhão na mão, esta matéria é muito mais suscetível de gerar pequenas partículas que podem ficar na mão do comungante que deve tomar o Corpo e coloca-Lo na boca ele mesmo. Isto não é nada seguro. Veja esse vídeo.

Estilo musical: diz o Concílio Vaticano II: “A Igreja reconhece o Canto Gregoriano como o próprio da liturgia romana; em igualdade de circunstâncias, portanto, deve-se dar-lhe o primeiro lugar nas ações litúrgicas.” (Sacrosanctum Concilium, 116). Respeita isso Kiko Arguello? Pois nada! Em seu lugar “compôs” uns 200 cantos (a grande maioria, medíocres e outros puramente judaicos), todos em estilo “español”, fazendo que a liturgia perca essa dimensão universal (católica) que deve ter.

Não se utiliza o Próprio da Missa: em lugar de cantar o texto que indica o Missal para o Introito, o Ofertório, e a Comunhão da Missa do dia, se elege um canto neocatecumenal para tal.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

O Neocatecumenato e o Vaticano II: uma aprovação católica?


Vaticano II não tem erros?
Dizem os Modernista QUE NÃO TEM
Vamos mostrar que tem muitos erros.
Exemplo:
“A Igreja venerou sempre as divinas Escrituras como venera o próprio Corpo do Senhor” isto que diz a Constituição Dei Verbum do Concílio do Vaticano II nº 21 é um erro gravíssimo.

        Como dissemos na postagem do dia 15/04 e 22/04 os que obedecem os erros que contém Concílio do Vaticano II recebem todo apoio veja esta: 

    
Comunidade Neocatecumenato   tem já tem sua aprovação Canônica entregue pelo cardeal Stanislaw Rylko, o atual presidente do Conselho Pontifício para os Leigos, entregou do dia 13 de Junho de 2008 aos Iniciadores do Caminho Neocatecumenal, Kiko Arguello e Carmen Hernández, o decreto de aprovação definitiva dos estatutos dessa realidade eclesial como associação pública de fiéis pela da Igreja do Vaticano II (ONG).

Aonde ajoelhar! quando! tem isso de ajoelhar na Missa. 


 Se define esta Comunidade Católica do Vaticano II  "Um itinerário de formação católica válido para a sociedade e os dias de hoje" que busca a redescoberta do Batismo. Se encontra atualmente difundido em mais de 100 países, incluindo alguns que não são tradicionalmente cristãos como China, Egito, Coréia do Sul e Japão".


Constituição Dei Verbum do Concílio do Vaticano II

“A Igreja venerou sempre as divinas Escrituras como venera o próprio Corpo do Senhor” (D.V. nº 21).


A SEITA DO VATICANO II QUE TEM 50 ANOS QUE VENERA O CORPO NOSSO SENHOR e a BÍBLIA

Neocatecumenato segue perfeitamente as diretizes 
da Constituição Dei Verbum do Concílio do Vaticano II.



 Constituição  Dei Verbum do Concílio do Vaticano II nº21 inspirou 
também a sacrário da Capela do Neocatecumenato.   
  
 Não há Eucaristia sem Palavra nem Jesus Cristo sem Bíblia. 


Aprovado Neocatecumenato com erros de doutrina tradicional.
http://www.camminoneocatecumenale.it/public/file/Approvazione%20Direttorio.pdf

Não há Eucaristia sem Palavra nem Jesus Cristo sem Bíblia. 


 Nosso Senhor não tem nenhuma união hipostática com a Sagradas Escrituras.

Sua única admirável união hipostática é de SUA DIVINDADE com Seu Corpo e com Sua Alma.


O que a Santa Igreja Católica Apostólica Romana sempre ensinou: para haver a Santa Eucaristia precisa da conversão do pão no Corpo e do vinho no Sangue de Jesus Cristo faz-se precisamente no ato em que o sacerdote, na Santa Missa, pronuncia as palavras que  manda Tradição na consagração.
Este Sacerdote tem que ser validamente ordenado como manda santa Igreja senão não há miraculosa conversão, que todos os dias se opera sobre os nossos altares, que é chamada pela Santa Igreja de transubstanciação. 

Concílio de Trento
Sessão XXII - O Sacrifício Eucarístico da Missa

Cân. II - Se alguém disser que no sacrossanto sacramento da Eucaristia permanece substância de pão e vinho juntamente com o Corpo e Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo, e negar aquela admirável e singular conversão de toda a substância do pão em Corpo e de toda substância do vinho em Sangue, permanecendo somente as espécies de pão e vinho, conversão que a Igreja Católica propiciamente chama de Transubsctanciação, seja excomungado.

Que estado chegou esse grupo por causa destes Concílio Primaveril.
Não tem nehuma atos de adoração diante de Nosso Senhor e usam uma Hostia que não é a comum e assim derramam mais particulas.
Rezemos para que Deus e a Sempre Virgem Maria tenham Misericórdia e converta esse grupo do Neocatecumenato.


Concílio de Trento 
Sessão XIII - O Santíssimo Sacramento da Eucaristia
Cân. I - Se alguém disser que todos e cada um dos fiéis cristãos estão obrigados por preceito divino ou por necessidade de conseguir a salvação, a receber as duas espécies do Santíssimo Sacramento da Eucaristia, seja excomungado.

 São Tomás de Aquino ensinou que “por reverência a este Sacramento, nada O toca que seja consagrado.” Assim, ele disse que os vasos sagrados do altar são consagrados para este propósito santo, mas também, as mãos do sacerdote são consagradas para tocarem este Sacramento.Disse ele que não é, portanto, lícito para mais ninguém tocá-lo, a não ser para salvá-lo da profanação.(E S.Thomas de Aquino, Summa, III, Q. 82. Art. 3)

Comunhão na mão Capela do Neocatecumenato

Comunhão na mão dada por um pastor da "Igreja" luterana
fonte da imagem:www.igrejaluterana.org.br/2011_03_01_archive.html

Espirito do ecumenismo do Vaticano II ENSINA a COPIAR comunhão dos protestantes este recebem na mão em pé porque para eles não acreditam na admirável e singular conversão de toda a substância do pão em Corpo e de toda substância do vinho em Sangue, permanecendo somente as espécies de pão e vinho, conversão que a Igreja Católica propiciamente chama de Transubstanciação.
Por isto recebem o pão na mão isto é logico pois também nem que quisessem nunca haveria conversão das substância em Corpo de Nosso Senhor pois não tem padres ordenados validamente com sucessão Apostólica.

Comunhão recebida em pé,na mão dada por um pastores da "Igreja" luterana
fonte da imagem:www.igrejaluterana.org.br 


  Primeiros que fizeram este sacrilégio foram os padres da Holanda, depois do Vaticano II, alguns destes padres tiveram a brilhante idéia ecumênicas inspirada pelo satanás de começaram a dar a Comunhão na mão, numa imitação servil da prática protestante.
(Os protestante não acreditam na Transubstanciação)


Foram punidos? Claro que não; pois estavam fazendo o que a Igreja do Vaticano II queria, demolir santos costumes da Santa Igreja.

Agora pergunto? qual a Paroquia do Vaticano II que não faz este  imitação servil da prática protestante.

fonte da imagem.paroquiasantoantonio.net/pagina.php?pg=ministerio-da-comunhao

Todos veem por ai os sacrilégios mencionado pelo Anjo de Portugal aos pastorezinhos.
As indiferenças ao Nosso Senhor presente na Eucaristia.
Apenas 50 anos atrás, não existia Comunhão na mão agora nas Igrejas Modernistas existe. 
Reconhecida como sacrilégio.Agora para essa gente o que é sacrilégio? 




Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-Vos.
Peço Vos perdão para os que não crêem, não adoram, não esperam e não Vos amam.
Santíssima Trindade, Pai, Filho, Espírito Santo,
adoro-Vos profundamente
e ofereço Vos o preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo,
presente em todos os sacrários da terra,
em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que ele mesmo é ofendido.
E pelos méritos infinitos do Seu Santíssimo Coração
e do Coração Imaculado de Maria,
peço Vos a conversão dos pobres pecadores.



Nenhum modernista tem autoridade para obrigar-nos a fazer sacrilégios, nem mesmo aos mais elevados.
Nem podem dispensar um católico do dever de preservar a reverência necessária devido a Nosso Senhor no Santíssimo Sacramento. 
Qualquer líder da Igreja Modernista que faz isso trabalha sob a “desorientação diabólica da hierarquia superior”, advertiu a Irmã Lúcia de Fátima, e estão desviados de seu dever.

 “A Igreja venerou sempre as divinas Escrituras como venera o próprio Corpo do Senhor” 

   A IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA, SEMPRE  ADORA A DEUS FILHO, não Venera Nosso dogma ensina Jesus Cristo  verdadeiro Homem e verdadeiro Deus.
Duas naturezas que JESUS POSSUI QUE NÃO SE TRANSFORMAM NEM SE CONFUNDEM.
 As Escrituras(Bíblia) são de inspiração divina, pois Deus é o único Autor,
 não é divina,
mais sim Sagrada.
 (Nosso Senhor não tem nenhuma união hipostática com a 
Sagradas Escrituras)
O Autor que é Divino torna as Escrituras Sagradas. 

 Nosso Senhor tem Seu Corpo,Sangue,Alma e Divindade;
logo Corpo do Nosso Senhor é Divino e Santo que merece toda nossa Adoração,todo Respeito e toda Glória. 

Concílio de Trento 
Sessão IV - As Sagradas Escrituras
Decreto sobre as Escrituras Canônicas

  Seguindo o exemplo dos Padres católicos, recebe e venera com igual afeto de piedade e reverência, todos os livros do Velho e do Novo Testamento, pois Deus é o único autor de ambos assim como as mencionadas traduções pertencentes à fé e aos costumes, como as que foram ditadas verbalmente por Jesus Cristo ou pelo Espírito Santo, e conservadas perpetuamente sem interrupção pela Igreja Católica.

 Depois querem que nós católicos que defendemos a santa Tradição da Igreja Católica Apostólica Romana, aceitemos isto a luz da Tradição.


E porque o Concílio Vaticano II tem que ser lido com a luz da tradição?
     Nenhum Concílio anterior precisa de Luz da Tradição.

O Concílio Vaticano II precisa de luz?
     Sim, porque em sua grande maioria de textos está impregnado das trevas do modernismo.
MODERNISMO já condenado pelo Papa São Pio X.

sábado, 20 de abril de 2013

História das "Eucas" neocatecumenais


*’Euca’ é a maneira abreviada de denominar as Eucaristias para alguns membros do Caminho Neocatecumenal.

Muitos dos membros do Caminho escrevem e afirmam que o Pe. Zoffoli está morto, que seus escritos não têm nenhuma vigência, que as catequeses foram aprovadas, mas lamentavelmente para eles isto não é verdade, os escritos do Pe. Zoffoli nos revelam tremendo erros doutrinais que o Caminho Neocatecumenal dispersou entre seus membros durante muitos anos e o pior é que os segue dispersando.

As fotografias deste artigo foram registradas pelo autor do blogue CruxSancta, e são de impressões utilizadas para dar as catequeses sobre a História da Eucaristia entre os neocatecumenais.



a) “Negando o Sacrifício da Cruz, Kiko se nega a reconhecer também o do Altar, o Sacrifício Eucarístico, pelo que recrimina a quem vê na Missa a “alguém que se sacrifica, isto é, Cristo”. De fato, ele ensina que “na Eucaristia não há nenhuma oferta”.


Isto é o que nos diz a Kikocatequese sobre a Eucaristia:


[No século IV:] “Aparece a idéia de sacrifício: já superada por Israel. Surgem novas idéias sacerdotais e sacrificais do paganismo sobre o sacrifício sangrento de Jesus Cristo."

O Pe. Zoffoli continua:

b) A Missa seria “o sacramento da travessia de Jesus da morte para sua ressurreição...” portanto, “uma proclamação, um anuncio da Ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos”;

c) Seguindo a Lutero, Kiko considera a Missa somente como um “sacrifício de louvor, um gozo perfeito de comunicação com Deus através da Páscoa do Senhor”. Pelo contrário os Papas mantendo as traças da grande Tradição católica, mantêm que “o Sacrifício oferecido na Eucaristia não é [...] um simples sacrifício de louvor: é um sacrifício expiatório ou “propiciatório”, como o declarou o Concílio de Trento” (DS. 1753), já que neste se renova o próprio sacrifício da Cruz, na que Cristo expiou por todos e mereceu o perdão das culpas da Humanidade (cf. João Paulo II, audiência geral, 15/5/1983).

Isto é o que nos diz a Kikocatequese sobre a Eucaristia:

  • Segundo os Kikos em sua Catequese sobre a Eucaristia: no século IV ao VIII, entram grandes massas sem catequese (a Igreja se enche de pagãos e seus costumes);
  • Aparecem as Basílicas (como presente dos imperadores pagãos), a Eucaristia se recarga de solenidade e vestuários;
  • Aparece o Rito de entrada: para quando entre o imperador (depois do Papa), vem acompanhado de um grande canto;
  • Aparece a procissão de oferendas. Agora se oferecem coisas a Deus (para aplaca-Lo e que seja propicio);
  • Aparece a idéia de temor, de aplacar a Deus. Já estão longe da Páscoa, surgem idéias das “religiões naturais” (entenda-se pagãos). Tu te ofereces, teu trabalho. Se oferece o pão e o vinho. Embora que na Eucaristia não se ofereça nada, é Deus quem te entrega gratuitamente a vitória sobre a morte de Jesus Cristo.
O Pe. Zoffoli continua:

a) Recusando o sacrifício eucarístico Kiko não aceita o prodígio da transubstanciação, que o condiciona essencialmente...;

b) Logo não há verdadeira, real e substancial presença de Cristo, pela transubstanciação do pão e do vinho, depois da consagração. “A Igreja Católica se faz obsessiva pela presença real”. “O importante – sublinha Kiko – não está na presença de Jesus Cristo”. “Se Jesus Cristo quisesse a eucarística para permanecer ali, se faria presente numa pedra, onde não estaria nada mal”;

c) Por isso “estamos (os neocatecuemenais)  mais próximos de muitos protestantes que de alguns católicos...”, ou seja, de todos os verdadeiros fiéis do Magistério...;
***
a) Não reconhecida como “Sacrifício” a Missa se reduz a um banquete fraternal, o que exige somente uma mesa e não um altar. O pão e o vinho permanecem substancialmente imutáveis, e se mudam em mero símbolo da presença e influencia salvifica de Cristo ressuscitado, que “é uma realidade viva que constitui a Páscoa e arrasta a Igreja”; Sua presença “é um carro de fogo que vem a arrastar-nos em direção da glória”;
b) Recusando o “sacerdócio ministerial”, é “a Igreja inteira que proclama a Eucaristia”, isto é, que celebra o banquete. “Não pode haver eucarística sem assembléia. É a assembléia inteira que celebra a festa da Eucaristia, porque a Eucaristia é a exaltação da assembléia humana em comunhão...”. “É desta assembléia de onde brota a Eucaristia...”;
c) Negada a transubstanciação, há que observar o seguinte:
  • Os fragmentos do “Pão consagrado” não contêm Cristo e, sobretudo depois do convite eucarístico, já não “simbolizam” Sua presença. Estes mesmos caindo da mesa, não devem preocupar a ninguém, porque “não se dá importância às migalhas ou coisas do tipo”.
  • Negada a presença real o culto eucarístico não tem sentido. Por isto Kiko se lamenta de que “transformamos a Eucaristia no divino prisioneiro do sacrário...”.
  • Não tolera exposições, procissões, adorações, genuflexões, devoções eucarísticas.
Isto é o que nos diz a Kikocatequese sobre a Eucaristia:

Podemos ver no parágrafo 4: Depois de Trento muitos... por contrapor-se aos protestantes enfatizam a presença real de Jesus Cristo: excessivamente acentuada: grandes exposições e procissões do Santíssimo. O Corpus Christi. Devoções eucarísticas. A adoração, a genuflexão...

Se trata de cumprir com Deus: portanto quanto mais curta seja a Missa melhor.

(Os confessionários em forma de caixas entram com S. Carlos Borromeu no século XVI).

O Pe. Zoffoli termina:

d) Recusa a “reparação” pela razão exposta anteriormente, como condena também o “sacrifício”; a reparação é excluída, sobretudo se está relacionada com o culto do Sagrado Coração;

e) Kiko está convencido de que o ecumenismo promovido pelo Vaticano II encaminhou a Igreja para suprimir as divergências que, a propósito do mistério eucarístico, separam a Igreja católica das seitas protestantes: “Todos juntos nos sentaremos sobre a pedra angular, sobre a rocha na qual não existem divisões...”.

Restam dúvidas ou o Pe. Zoffoli tinha razão em suas denuncias ou o katequista Kiko que nos fez a catequese por 2011 se inspirou no livro do Pe. Enrico Zoffoli para fazer suas catequeses.

Se  esquecia uma vez mais sobre a Renovação do Vaticano II: lemos no parágrafo 4: recuperar os sinais: comungar com pão e não com papel.

Agora se entende o desprezo pela Missa Católica.

domingo, 14 de abril de 2013

A Presença Real Permanente para os Neocatecumenais



"Doutrina" neocatecumenal

"As teologias do século XVI não passam de elucubrações mentais sem a experiência bíblica de onde jorra a Eucaristia. O mistério centra-se sobre a presença: 'os protestantes dizem que...', 'Calvino diz que...' A Igreja católica torna-se obcecada a respeito da presença real, como se esta fosse tudo. Começam as grandes exposições do Santíssimo, que antes não existiam, porque a presença estava em função da celebração eucarística, e não o contrário. O pão e o vinho não são feitos para serem expostos, porque se estragariam. O pão e o vinho são feitos para serem comidos e bebidos. Eu sempre digo aos Sacramentinos de Roma, que construíram um sacrário imenso: se Jesus Cristo tivesse querido a Eucaristia para ficar ali, ter-se-ia feito presente numa pedra que não se estraga. O pão é para o banquete, para conduzir-nos à Páscoa. A presença real é sempre um meio para conduzir-nos a um fim, que é a Páscoa. Não é um absoluto. Jesus Cristo está presente em função do mistério pascal. Ao contrário, de Trento em diante celebrou-se a missa para consagrar e ter presente Jesus Cristo e colocá-lo no sacrário. Em muitos conventos de freiras se disse a missa só para encher o sacrário. Transformamos a Eucaristia, que era um canto a Cristo glorioso, no divino prisioneiro do sacrário." (Catequese de Carmem, pág. 262-263. Sublinhados nossos).

Doutrina Católica

A Igreja e seus mandamentos
por Monsenhor Henrique Magalhães
Editora Vozes, 1946

O Concílio Tridentino anatematiza quem disser que no admirável Sacramento da Eucaristia, feita a consagração do pão e do vinho, estão o corpo e o sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo apenas enquanto as sagradas espécies são usadas naquela ocasião e enquanto são recebidas como divino alimento; anatematiza quem disser que Jesus Cristo não permanece nas hóstias e partí­culas consagradas que ficam no sacrário ou que sobram da Comunhão[1]. Jesus Cristo está presente nas sagradas espécies enquanto elas permanecem incorruptas. Corrompendo-se as espécies, cessa a presença real. (...)
Os enfermos que desejam receber em seu co­ração o médico divino, os que aguardam o viático, alimento precioso para a última viagem — agrade­cem ao bom Jesus a Sua permanência na Hóstia consagrada, único meio de satisfazerem as suas tão justas aspirações.
O Divino Mestre fica ainda nas espécies con­sagradas, para receber o nosso culto dia e noite. Para ser visitado, para ouvir os desabafos de tantas almas atribuladas, que só em Deus encon­tram refúgio e consolação.
O culto que se presta a Jesus Cristo no Santís­simo Sacramento — é o culto de adoração, ou latria. É de fé. Assim o definiu o Concílio de Trento.
São João Crisóstomo dizia: “Adora e comun­ga”. Santo Agostinho: “Ninguém coma desta car­ne, sem primeiro adorá-la. São Cirilo de Jeru­salém ensina: “Depois da Comunhão do Corpo de Cristo, aproxima-te também do Cálice do seu san­gue, não estendendo as mãos, mas prostrado, à maneira de adoração”. (...)

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[1]      Sessão XIII. Cânon 4.°.