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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Neocatecumenato na bússola conciliar

Os modernistas acham que sim?
E vamos provar que é sim bússola que leva ao erros que leva ao inferno.

Os “erros da Rússia” infiltram-se dentro da Igreja
Atraves destas quatros constituições basicas conciliares como os pontos cardeais da Igreja Modernista.Prioridade desta formação modernistas de seus fiéis é dar uma consciencia, engajamento, abertos ao “mundo”, abertos ao ecumenismo e ao diálogo inter-religioso, participantes ativos na busca de solução dos problemas que assolam a sociedade atualmente, em todos os níveis, local e internacional. Devemos reconhecer o pluralismo religioso numa sociedade pluricultural e criar atitude de diálogo e colaboração com as outras tradições religiosas e espirituais.
Nunca como no Vaticano II uma reforma litúrgica se beneficiou da grande autoridade de um concílio ecumênico. Todo o movimento de reforma da Igreja encontrou o seu início com a liturgia, e, fato não marginal, quem promulgou a Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium, juntamente com os bispos, foi Giovanni Battista Montini. Montini viu-se assim implementando como papa aquilo que queria como arcebispo.

Convidados para serem pontos cardeais para missa nova.
 A Substituição do gregoriano por cantos na tradição musical de cada região está foi a orientação deste ponto Cardeal de Joseph Gelineau.
   Joseph Gelineau ( Champ-sur-Layon , Maine-et-Loire , 31 de outubro 1920 - Sallanches , 8 de agosto de 2008) foi um francês católico jesuíta padre e compositor, principalmente de música litúrgica cristã moderna. Ele era um membro da comitê de tradução para a Biblia de Jérusalem (1959).
Tendo entrado na Companhia de Jesus em 1941, Gelineau estudou teologia em um seminário católico em Lyon e música em Paris .O jesuíta foi um dos fundadores, em 1966, da Universa Laus (Louvor Universal), grupo internacional para estudo da música litúrgica vocal e instrumental, com o objetivo de apresentar e implementar as reformas litúrgicas do Concílio Vaticano II.
Ele desenvolveu seu psalmody Gelineau(é um outro método de cantar os Salmos) que é utilizado em todo o mundo. Mais tarde compôs inúmeros cantos para a ecumênico francês da Comunidade de Taizé .
 Gelineau abriu a história da música no rito de uma forma que não havia acontecido antes, e tratados gêneros litúrgico-musicais e formas em grande detalhe. O livro revelou-se muito influente no modo como as pessoas passariam a pensar sobre a música na liturgia e abriu o caminho para (por exemplo) a re-introdução do formulário salmo responsorial na missa(modernista).O Concílio Vaticano II estava em andamento, ele tinha sido um membro do grupo de trabalho do Concilio que lidava com a revisão do Ordinário da Nova Missa, e ele mesmo tinha uma responsabilidade especial para a Oração Eucarística. Foi o próprio Gelineau que foi responsável pela re-introdução no cânon da aclamação depois da consagração (o eventual objetivo de agregar novas aclamações ainda tem que ser realizado, salvo em caso de Orações Eucarísticas para as Missas com crianças. 
  Harmonia com os três protagonistas da história modernista, que o poeta  Patrice Tour du Pin, o filósofo acadêmico Jean Guitton eo monge dominicano Yves Congar.Em suas conversas intermináveis, eles estão convencidos da necessidade de "repensar o cristianismo." Eles irão percorrer um longo caminho antes serem os saudosos e precursores do Concílio Vaticano II três pioneiros do ecumenismo

 16 março, 1911: Nascido em Paris Patrice de La Tour du Pin Chambly La Charce. É o terceiro e último filho de François de La Tour du Pin e Bridget O'Connor, ela própria último descendente de Sophie de Grouchy eo Marquês de Condorcet, a eminente ciência do Iluminismo.Poeta místico católico e discreto, mídia decididamente un, entrou em diálogo com todos os setores de sua época, incluindo o pensamento ateu.
  Ele se formou em Santa Cruz, em Neuilly-sur-Seine , em seguida, na escola Janson de Sailly , e juntou-se a Escola Livre de Ciências Políticas . Em 1964, os líderes da implementação da reforma litúrgica, decidida pelo Concílio Vaticano II, pediu a ajuda de Patrice de La Tour du Pin este gigantesco empreendimento de tradução e criação literária, é com entusiasmo que todo o homem selvagem virou-se para sua vida interior e sua própria produção poética, aceite os desafios e os riscos de um projeto que demorou de 1964-1972 sua participação na comissão de tradução do Missal Romano. Só leigo permanente, contribui para a tradução do Ordo Missae, a oração 1200, 90 prefácios, as quatro orações eucarísticas. Amizade com Joseph Gelineau, SJ, e Didier Rimaud, sj. Ele também reflete uma equipe do ritual do casamento e ecumênico litúrgica Saltério. Ele compôs uma dúzia de hinos para a Liturgia das Horas, publicado em revista em 1967, e em oração, desta vez em 1972. A edição de 1980 vai incluir 22 peças de La Tour du Pin. Este trabalho comunitário com as equipes de estudiosos, teólogos, liturgistas e líderes pastorais, prevê quase 50 anos, as palavras de suas orações nas assembléias litúrgicas de católicos franceses em todo o mundo. O poeta é "liturgista", introduzindo assim, nas palavras de Pierre Emmanuel, "a poesia na expressão canônica da fé". 

Jean Guitton (Saint-Étienne, Loire, 18 de Agosto de 1901 – Paris, 21 de Março de 1999) foi um filósofo e escritor francês, membro da Academia francesa.
Entre outras honras, Guitton recebeu o título de Comendador da Legião de Honra e a Grã-Cruz de São Gregório, o Grande, a mais alta distinção do Vaticano.Autor de cerca de trinta obras e primeiro perito leigo que  estava no Concílio Vaticano II, em 1962, para o qual foi especialmente convidado pelo Papa João XXIII, Jean Guitton foi um dos principais representantes do pensamento modernista da Igreja Conciliar.

Frutos da búsola Conciliar 
  
O talmud’ diz: é abominavél o Novo Testamento, israelense o rasga. 
 
           Talmud ama os Cristãos e a Biblia?
     Vemos Ai uma  grande conversão eles estão procurando e dialogando o ecumenismo rasgando o Novo Testamento com amor de irmão mais "velho".

  Deputado Israelense rasga o Novo Testamentoosh Hashanah 17a. Cristãos (minnim) e outros que rejeitam o Talmud irão para o inferno e serão punidos lá por todas as gerações.
Sanhedrin 90a. Aqueles que lêem o Novo Testamento ("livros não-canônicos") não terão porção no mundo vindouro.
Shabbath 116a. Os judeus devem destruir os livros dos cristãos, p.e. o Novo Testamento. Dr. Israel Shahak da Hebrew University (Universidade Hebraica) relata que os israelenses queimaram centenas de bíblias do Novo Testamento na Palestina ocupada em 23 de março de 1980 (cf. Jewish History, JeRwish Religion, p. 21). 

Bússola conciliar quer converte quem?
"Bússola segura para nos orientar nos caminhos do século que se abre"
As quatros constituições conciliares como pontos cardeais da Igreja Modernista.
O Caminho Neocatecumenal foi iniciado na década de 1960, se orienta por está bússola do Concílio Vaticano II E TRANSFORMOU-SE em uma litrugia 
anti-catolica e assim ganham espaço rapido.
Divulgando os judeos.
O Caminho Neocatecumenal é cristão ou judeu?
Vejamos Porque:

 .Porque o uso de tantos símbolos judaicos
a estreita ligação entre o cristianismo e o judaísmo a Celebrações Eucarísticas estão enraizadas na Páscoa judaica. A Bíblia contém a "Tanakh Judaica", o nosso D-us é o D-us de Israel..

Está aqui é um sinagoga dos judeus

 Está aqui é um igreja do Neocatecumenal ou sinagoga?
 
 As suas Celebrações Eucarísticas estão enraizadas na Páscoa judaica.
 Domus Galilaeae International Center
Kiko nos disse que mais de 100 mil judeus chegaram à Galilaeae Domus.
  Eles também tiveram conferências lá com judeus e muçulmanos.
   Uma das características marcantes de estar em Domus Galilaeae estava percebendo o extraordinário relacionamento que existe entre o Caminho Neocatecumenal eo povo judeu.

http://www.cardinalseansblog.org/2011/02/04/visiting-the-holy-land/

Está também uma forma de perseguição da tradicção Cátolica
 Na Diocese de São Carlos na Paróquia São Benedito
Vemos a transformação desta Paroquia de São Benedito onde o grupo neocumenal se reuni como numa sinagoga e assim misturam suas celebrações com rito judeu e transformam-se no que?

Quem está fazendo ruptura com a liturgia Tradicional Catolica?

Os que escondem o altar tradicional e colocam a mesa Concíliar.
Transformaram esta igreja tradicional em uma sinagoga e vejam colocaram na frente do altar tridentino biombo. 
Para esconder o que?
 A Tradição da Igreja Catolica Apostolica Romana.
Atraz deste biombo o altar tradicional serve como mesa para guardar objetos de suas celebrações Páscoa judaica que agradam o ecumenismo modernista Conciliar.

Da mesma forma que o talmud manda matar cristão o Alcorão ou Corão também manda.

Perseguem os Copta Católico porque são apenas 10% em seu pais, neste Atentado junto a Igreja Católica no Egipto mata 21 pessoas 
  
Os Copta nunca abandonando as suas veneráveis tradições e ritos litúrgicos orientais, aceita a autoridade e primazia do Papa. Unida formal e oficialmente à Santa Sé em 1741.

Está perseguição dos cristãos em escala internacional.
Acorda cátolico querem a morte de nossa Santa Religião. 
 Rezem e o Santo Rosário pela conversão dos modernista e pela consagração da Russia ao Imaculado Coração de Maria e  pelo Triunfo de seu Coração.

domingo, 21 de abril de 2013

Neocatecumenais: os neo-judeus disfarçados


Estimado membro do Caminho Neocatecumenal

Em primeiro lugar, aqui nada se discute se devemos colocar leituras do A. T. ou do N. T., isso já resolveu-se de uma vez por todas no Concílio de Trento no século XVI. Em segundo lugar, não sou “irmãozinho” de nada, só tenho um irmão e não costuma escrever nestes sites; o resto dos seres humanos não são “irmãos” no plural, em sentido genérico, irmãos na fé ou como quiser chamar-los. Não me pediu permissão para um trato de tanta confiança, assim te agradeceria que quando te diriges a mim o faças com respeito e educação, igualmente como faço contigo. Irei supor que te dirigia a mim, porque fui eu quem afirmou que sois juidaizante a não poder mais. E me mantenho assim, a não ser que me demonstre contestando às minhas perguntas de modo razoável.


Utilizais nas Eucaristias elementos judeus de ornamentação e lhe ensinais em catequeses e tudo, e colocas um candelabro de 7 ou 9 braços, alguns de desenho próprio, outros de desenho judaico, porque trouxeram de lá. Minha pergunta é porque o fazem? Quais normas litúrgicas os prescrevem? Se necessitam nada mais que duas velas para celebrar a Missa, 4 para a Adoração Menor do Santíssimo (no Cibório) e 6 para a Adoração Maior (no Ostensório). Como vereis os rituais litúrgicos som muito detalhados no que se refere à utilização da luz no altar. Porque adicionam 7 ou 9 luzes mais, com um candelabro claramente judeu?

Em alguns sites vi como utilizais o “talid” hebreu, ou pano para oração que os judeus colocam sobre a cabeça quando rezam, e o fazeis a modo que cubra o ambão, ou cubra a estante, para a palavra. Em primeiro lugar, não tens outra maneira de adornar o ambão? Mas em qualquer venda se encontram telas muito mais bonitas; ou tens pessoas que se dedicam a bordar esses três panos monotemáticos que tens, porque empenhar-se em usar o talid? Me parece uma falta de respeito muito grande ante os judeus, que pensariam se outras religiões adquirissem cálices cristãos ou patenas para utilizar-los com outros fins de suas próprias religiões, ou se adquirissem casulas e vestimentas litúrgicas para utilizá-las de manto ou algo parecido?

E as bordas do talid, umas bolsas quadradas decoradas com motivos hebraicos as tábuas da lei, a coroa da Torah ou outras coisas, às utilizais freqüentemente como fundo para a Bíblia... não sei, creio que estamos no mesmo.

Mas a coisa não fica aí, tomais cantos próprios da liturgia judaica e os traduzis, ou a mania de cantar a Ave Maria em aramaico não lhes parecem elementos fora de lugar?


Mas, há mais, no livro feito pelos arquitetos do Caminho, “Espaços litúrgicos celebrativos” (Ed. EGA) quando te apresentam a forma na qual desenham o sacrário, colocam como exemplo o armário das sinagogas onde se guarda a Torah, e que curioso, que os desenhos de Kiko são muito similares; a única diferença é que debaixo do lugar reservado à Bíblia, há uma portazinha para guardar o Santíssimo Sacramento, mas há outra porta, que ao fecha-la, se fecha também o lugar onde estão as Escrituras, de maneira que ao fazer-se genuflexão ante o Senhor – os raros do Caminho que a fazem – também te ajoelhas diante da Bíblia. Isto não me parece nada cristão ou Católico. A Bíblia é a Palavra de Deus quando se lê na Liturgia Cristã, quando se reza o que quer, e ao livro certamente se tem um respeito, mas daí à adoração é uma grande diferença, e nem muito menos se pode comparar um livro ao Santíssimo Sacramento, que é o mesmo Cristo que se dá a comer, Deus verdadeiramente Presente; a Bíblia só quando se lê é presença de Deus, não quando se guarda: NÃO SOMOS UMA RELIGIÃO DO LIVRO, e não temos porque guardar a Bíblia no Sacrário, isso me parece muito, por mais carinho que tenhamos pelas Sagradas Escrituras. São PALAVRA DE DEUS e PALAVRA DO SENHOR somente quando se lê, e certamente CRISTO É A PALAVRA, mas CRISTO NÃO É A ESCRITURA, isto o deixou claro o Concílio Vaticano II na Constituição Dogmática DEI VERBUM. A Palavra é Deus mesmo, a escritura um meio para transmitir a palavra, como a voz que a lê.

Dedicais a cantar SHEMAS e escrever SHEMAS em hebraico por todos os lados, e fazeis quadrinhos muito bonitos e tudo o que quereis, e vais e colocais ao lado da porta, no lugar onde se vêem, etc. ISTO É UMA NORMA JUDAICA, nós não temos que rezar o Shema varias vezes ao dia, nem temos porque te-lo ao lado da porta, e nem muito menos em hebraico, em uma língua que não conhecemos e não precisamos conhecer, nosso shema, por assim dizer, Cristo o mudou por algo melhor, o Pai Nosso, que inclui tudo o que pode incluir o Shema e mais ainda, nos deu Deus mesmo em Pessoa, mudando o anterior, não faz falta te-lo escrito nas portas, chaveiros, nos amuletos e o que queirais, se não que é uma Lei para leva-la a todas as partes escrita no coração, e assim é como nos recompensa o Pai que vê em nosso segredo.
Não me digais que não sois judaizantes, com toda a significação alegórica que quereis dar ao pão ázimo da Eucaristia, que se pão da escravidão do pecado, que se vinho da liberdade do pecado, que se êxodo para adiante e para trás, que se maná do céu, que se, que a alegoria ajuda, mas que uma vez consagrado esse pão já não é pão, nem esse vinho é vinho, são o Corpo de Cristo e o Sangue de Cristo, Deus mesmo em Presença, e ante Deus toda alegoria empobrece, oculta, e inclusive assombra sua presença, isso que deixemos bem claro. Assim, não me estranha que muitos de vocês ao entrar no templo para celebrar a Eucaristia, passais diante do Santíssimo e não fazeis genuflexão ante o Senhor. Gostaria de ver como reagiriam se alguém entrasse em vossa casa e não lhes olhasse a cara.


Mas vamos, se até nas páginas não oficiais do caminho colocais coisas do mundo judeu, e se não dá-se um olhada nesta:

E não me dizeis que não sois judaizantes, que quando fazeis uma capela grande do Sacrario a chamais YESHIVÁ ou Casa da Palavra, e genuflexórios não colocais, porque isso de rezar ajoelhado diante do Senhor ou de ajoelhar-se na Eucaristia não os faz, porque é postura de penitente e não de assembléia de ressuscitados, bla bla bla, ainda que esteja ordenado pela Santa Madre Igreja e pelo Papa nos rituais litúrgicos, mas colocais duas fileiras de cadeiras e escritórios um em frente ao outro, diante do Sacrário com a Bíblia em cima de onde está o Senhor, como já descrevi. Bom, estas YESHIVAS são idênticas às YESHIVAS das SINGAGOGAS JUDAICAS, nada, comprovo nas capelas dos Redemptoris Mater ou de vossos centros neocatecumenais, que tenhais muitos.


Bom, e quantas vezes tive que escutar à Srta. Carmen Hernández dizer besteiras acerca da concepção judaica da sexualidade, que se os banhos para a purificação das mulheres quando tem a regra... todavia me recordo quando fizeram a todo mundo ler “As águas do Éden” em 1991 (Ed. DDB),  valente rolo judaizante... que se a concepção judaica da vida, que se os judeus quando rezam, que se os judeus isto, que se os judeus outro... Veja, não me creio melhor que os judeus nem pior que eles, pois Jesus, a Virgem, e os Apóstolos foram judeus, mas não me considero de religião judia por muitos predecessores do cristianismo que o sejam. Bem rapidamente se separaram os Apóstolos dos costumes religiosos judaicos para chegar a todo o mundo conhecido, e mesclar-se com outras culturas assim, o cristianismo serve para todos, e toma de todos o que pode tomar para santifica-lo. Não, não me agrada que me chamem filho de Israel, porque não me considero tal, ainda quando nossa fé funda suas raízes até Abraão, e este seja nosso pai na Fé, todo o que tu queiras, mas já São Paulo fala disso e o deixa muito claro.

Prefiro ser Filho de Maria, que creio sem dúvida, creio com mais Fé que Abraaão, o qual não dava crédito à promessa e teve a Ismael. A Virgem creu, e deu a Deus mesmo feito Homem. Ela é nossa Mãe na Fé. Ela é a verdadeira Filha de Sião, Mãe de todos os crentes em Cristo, imagem da Igreja, que também é Nossa Mãe, que também crê com uma fé igual à da Virgem Maria.

Se, pela graça de Deus, sou Filho da Igreja, Filho da Virgem Maria, Filho de Deus em Cristo, e por isso, como Cristo, posso chamar ao Pai com sua oração “Pai Nosso...”, isto é impossível para um judeu, um escândalo, uma blasfêmia.

Fico com o novo, se, que o velho já passou, TUDO É NOVO, por isso há de tirar das arcas o novo e o velho, e do velho, o que não servir tira-lo, e o que sirva, faze-lo novo.

sábado, 20 de abril de 2013

Leite e Mel neocatecumenal

Por CruxSancta

Entre as estrambólicas ocorrências Neocatecumenais está a de distribuir leite e mel ao final das missas da oitava Pascal aos membros do Caminho que já concluíram todos os passos (isto foi um SPOILER), ou seja, a esses membros que já tem a honra de usar as túnicas brancas.

Esta mostra de criatividade litúrgica eles a justificam dizendo que é como um sinal da Terra Prometida, de onde “emana leite e mel”.


Antes de acabar a missa com a benção final se aproxima o “ministro” e tem-se de recitar quando te apresentam o copo de leite (que é similar a um copo de plástico transparente para se poder esquenta-lo no microondas). O ministro se coloca diante do neocatecumeno com o copo e diz: “Provai e vede que bom é o Senhor”, ao que se deve responder “Bem-aventurado o homem que nEle confia”, antes de sorver.

Mas, a instrução Redemptionis Sacramentum é muito clara:

"[96]: Reprova-se o costume que contrarie às prescrições dos livros litúrgicos, inclusive que sejam distribuídas, semelhantemente a maneira de uma comunhão, durante a Missa ou antes dela, quer sejam hóstias não consagradas, quer sejam outros comestíveis ou não comestíveis. Posto que estes costumes, de nenhum modo, concordam com a tradição do Rito romano e levam consigo o perigo de induzir a confusão aos fiéis, respectivamente à doutrina eucarística da Igreja. Onde em alguns lugares exista, por concessão, o costume particular de abençoar e distribuir pão, depois da Missa, tenha-se grande cuidado de que se dê uma adequada catequese sobre este ato. Não se introduzam outros costumes similares, nem sejam utilizadas para isto, nunca, hóstias não consagradas." (Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, instrução Redemptionis Sacramentum sobre algumas coisas que se devem observar ou evitar sobre a Santíssima Eucaristia - 23 de Abril de 2004, n. 96).

“As normas que se contêm nesta Instrução se referem a questões litúrgicas concernentes ao Rito romano e, com as devidas exceções, também aos outros Ritos da Igreja latina, aprovados pelo direito.” (Redemptionis Sacramentum, n. 3).

Já sabemos quem não se enquadra nisto, e portanto está fora.